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Mês
foi o segundo melhor do ano, com saldo de 810 vagas geradas; melhor
desempenho desde o início da quarentena na cidade
Os
dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),
do Governo Federal, apontam para uma recuperação na geração de
empregos em Ribeirão Preto. O mês de agosto registrou saldo de 810
vagas (com 6.538 admissões e 5.728 demissões), o melhor
desde o decreto de calamidade pública e início das medidas de
restrições da quarentena. Em fevereiro, o melhor mês do ano para
o mercado e trabalho e antes da pandemia ser decretada, 1.303
empregos foram criados na cidade (9.200 contratações e 7.897
desligamentos).
O
saldo de contratações em agosto deste ano também é superior ao
verificado no mesmo mês de 2019, quando 494 vagas com carteira
assinada foram geradas (8.409 admissões e 7.915 demissões).
No
acumulado deste ano, o mercado formal em Ribeirão Preto fechou
7.095 postos de trabalho, foram registradas 52.803 contratações
de profissionais e 59.898 demissões de janeiro a agosto. Já
no mesmo período do ano passado, o saldo ficou positivo em 2.756
empregos com carteira assinada, 67.499 admissões e 64.743
desligamentos.
O
pior mês do ano até agora foi abril,
o primeiro da quarentena, com 5.400 vagas encerradas. Desde então,
os números mostram trajetória de melhora. Em maio e
junho, apesar de ainda negativo, o mercado fechou menos postos de
emprego, 2.665 e 307, respectivamente. Já em julho,
as empresas da cidade voltaram a contratar mais do que demitir, com
criação de 419 vagas.
Setores
Todos
os setores econômicos tiveram desempenho positivo de geração de
empregos no mês passado em Ribeirão, inclusive o comércio, com
178 vagas, e serviços, 345, os mais afetos com as medidas de
isolamento social.
No
acumulado do ano, as empresas do setor de serviços já fecharam
4.077 vagas e as do comércio, 3.266. A construção é a que
acumula o melhor desempenho de 2020, com 335 postos de trabalho
criados desde janeiro. O agro registra saldo de 59 empregos e a indústria
fechou 146 vagas formais.
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