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Pesquisa,
independente da que é feita por ministério, testa eficácia da
nitazoxanida
Uma
pesquisa para saber a eficácia da nitazoxanida
no tratamento de pacientes com Covid-19 pode ter a adesão
de seis novos hospitais de fora do estado de São Paulo.
INÍCIO
O
estudo teve o aporte de R$ 2 milhões da FQM Farmoquímica,
fabricante do vermífugo
Annita (que tem a nitazoxanida como princípio ativo), e é
independente dos testes com o mesmo medicamento anunciados
pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes.
CALENDÁRIO
“A
gente espera que em um espaço de poucos meses já tenhamos todos os
resultados”, diz o médico Ricardo Sobhie Diaz, professor da
Escola Paulista de Medicina e um dos coordenadores do trabalho. A
pesquisa foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa
(Conep).
VOLUNTÁRIOS
O
estudo teve início nesta semana com a adesão inicial de outros
seis hospitais de SP, e selecionará 50 pacientes em estágio
intermediário da doença (deficiência respiratória leve).
MÉTODO
Metade
deles será tratada com placebo. A outra parte receberá a
nitazoxanida em dose maior do que a vendida nas farmácias.
MEDICAÇÃO
Os
objetivos da pesquisa são avaliar se o medicamento é seguro para
pacientes que apresentam sintomas intermediários de Covid-19 e se
ele produz a redução da carga viral ao mesmo tempo em que traz
melhora clínica.
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