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Os leitos na cidade ocupados representam 27,8% em UTI e 17,5% em
enfermarias

A
Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto divulgação nesta
sexta-feira (30), o número de leitos disponível, tanto na rede pública,
como na rede particular na cidade. Segundo o levantamento do Sistem
Covid19, da Secretaria de Estado (DRS XIII), Ribeirão Preto possuía,
na última quinta-feira (29), 108 leitos CTI para pacientes com
Covid, sendo que, destes, 27,8% estavam ocupados.
Os
leitos para enfermaria eram 166 no total, sendo que, daqueles, 17,5%
estavam ocupados. Veja
o quadro: 
Números de Leitos - Reprodução
Resumo
evolução do coronavírus em Ribeirão Preto
Ribeirão
Preto termina o mês de abril com 282 casos confirmados e um óbito
por covid-19: a taxa de letalidade é de 2,5% Mais
oito moradores de Ribeirão Preto foram diagnosticados com o novo
coronavírus e a cidade já soma 282 pacientes de covid-19. Nesta
quinta-feira, 30 de abril, a Secretaria Municipal da Saúde ainda
aguardava o resultado de 352 exames que estão represados nos
laboratórios. Apesar de o Instituto Adolfo Lutz ter zerado a fila
da testagem na semana passada, segundo Dimas Covas, diretor do
Instituto Butantan, os diagnósticos ainda não foram enviados aos
municípios do interior. A
propagação da covid-19 no município em abril chega a 500%. No dia
1º, a Secretaria Municipal da Saúde havia diagnosticado 47
pessoas com coronavírus. São 235 a mais, média de quase oito
novos casos por dia. Ribeirão Preto também tinha uma morte
confirmada e hoje são sete óbitos, seis a mais, um a cada cinco
dias. Já
foram descartadas 852 suspeitas. Dentre os 17 mil exames pendentes
no Instituto Adolfo Lutz estavam os de Ribeirão Preto. A cidade
também já tem sete mortes por causa covid-19 e a taxa de letalidade,
considerando o número de óbitos em relação ao total de infecções,
segue em 2,5%, bem abaixo dos índices mundial (7,1%), nacional (6%)
e estadual (8,3%). As
vítimas fatais são cinco homens (71,4%), de 36 anos, 73, 76 e 87
anos, e duas mulheres (28,6%), de 70 e 89 anos de idades. Seis
tinham alguma comorbidade como doença cardiovascular, crônica,
diabetes, pneumopatia, doença neurológica crônica,
imunodeficiência e doença renal crônica. Apenas o homem de 76
anos não tinha doença autoimune. Segundo
a Secretaria Municipal da Saúde, a cidade já recebeu 1.486
notificações de supostas ocorrências da covid-19. Os dados foram
divulgados no Boletim Epidemiológico, por meio do Departamento de
Vigilância em Saúde. A
incidência de mortes da covid-19 em Ribeirão Preto é de uma por
100 mil habitantes habitantes, enquanto na capital paulista a taxa
é de onze. A cidade tem 17,6% dos leitos de Unidade de Terapia
Intensiva (UTI) ocupados com pacientes de covid-19. Segundo
o prefeito Duarte Nogueira Júnior (PSDB), Ribeirão Preto tem uma
taxa de desocupação dos leitos de UTI destinados exclusivamente ao
tratamento da doença de aproximadamente 75%, o que traz uma
margem de segurança para a população. O
secretário municipal da Saúde, Sandro Scarpelini, ressalta que o
credenciamento do laboratório do Supera Parque de Inovação e
Tecnologia pelo Instituto Adolfo Lutz para testes de covid-19 vai
ajudar a ampliar a testagem de moradores com sintomas. Além das
pessoas com quadro de síndrome respiratória aguda grave (Srag),
principal indicador da doença, aqueles que tiverem sinais de síndrome
gripal, como coriza e febre baixa, também serão testados para o
novo coronavírus. Segundo
Scarpelini, que também é superintendente do parque teconlógico, a
cada 100 pacientes testados com gripe, 10% são diagnosticados com
covid-19. Por dia, o Supera Parque tem capacidade para processar 120
exames. O resultado é conhecido em até 48 horas, segundo Marcos
Santos, coordenador do projeto. O
Polo Novo Coronavírus (Covid-19) atendeu em abril, primeiro mês de
funcionamento, na Unidade de Pronto Atendimento Doutor Luis Atílio
Losi Viana, a UPA da Treze de Maio, no Jardim Paulista, Zona Leste
de Ribeirão Preto, 1.633 pessoas com Srag. Quatro tendas foram
montadas para atendimento dos casos suspeitos de coronavírus, causador
da covid-19. Dos
1.633 pacientes, 1.411 apresentaram quadro leve (86,4%), o estado de
saúde de outros 148 era moderado (9,06%) e a situação era grave
para 74 pessoas (4,54%). Ontem, seis pessoas passaram pelo local,
cinco apresentaram quadro leve e uma, moderado. Ribeirão
Preto já tem 71 casos confirmados se síndrome respiratória
aguda grave (Srag), segundo o Boletim Epidemiológico, mas 60 são
de Sars-Cov-2 (coronavírus) – 27 de março e 34 deste mês. Os
outros dez são de influenza: cinco de Flu B, três não
identificados (“Srag A não subtipado”), um de H3N2 e um de
H1N1. Quatro
destes casos resultaram em mortes, um pelo vírus H3N2, outro pelo
Flu B e dois não identificados (“não subtipado”). Em 2020, a
Secretaria da Saúde recebeu 404 notificações de Srag. No ano
passado inteiro foram 273, contra 346 de 2018. Ribeirão Preto
fechou 2019 com 13 mortes por Srag. Foram sete óbitos por H1N1,
quatro por H3N2 e dois não subtipados. Em pouco mais de cinco anos,
Ribeirão Preto acumula 59 óbitos por Srag.
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