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Município disponibilizou 2.000 vagas em instalações montadas para
atender exclusivamente casos leves e moderados de covid-19

Os
dois hospitais municipais de campanha montados na cidade de São
Paulo já trataram e liberaram mais de 1.000 pacientes com covid-19,
informou nesta segunda-feira (4) o prefeito da capital, Bruno Covas.
As
instalações do Anhembi e do Pacaembu somam 2.000 leitos para casos
menos graves da doença. No domingo (3), 614 pessoas permaneciam
internadas nesses dois hospitais.
Na
sexta-feira (1º), foi inaugurado o terceiro hospital de campanha da
cidade, este construído pelo governo do estado, no Ibirapuera, com
268 vagas. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, 45 pessoas estão
internadas.
Requisição
de leitos de UTI
Um
decreto municipal, publicado na sexta-feira, autoriza a prefeitura a
requisitar leitos particulares de UTI se houver necessidade.
O
município mapeou que os 107 grandes hospitais possuem 3.970 vagas
de terapia intensiva. No entanto, o prefeito frisou que a requisição
só será feita se não houver acordo com as redes privadas.
"Vamos
poder requisitar esse leito e depois pagar, discutir o quanto deve
ser pago por ele".
Ele
exemplificou que com os hospitais da Cruz Vermelha e da Unisa, que já
estão recebendo casos graves de covid-19 encaminhados pela rede
municipal de saúde, foram firmados acordos para que a prefeitura
pague diária de R$ 2.100 por leito ocupado.
A
região metropolitana da capital tem 87,1% dos leitos de UTI da rede
pública ocupados.
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