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Os estados do Amapá,
Ceará, Paraíba e Pernambuco foram contemplados com a entrega dos
respiradores. Ao todo, a pasta distribuiu 487 aparelhos para o
combate à COVID-19
O Ministério da Saúde
distribuiu, no último fim de semana, 100 respiradores pulmonares
para o enfrentamento do coronavírus em quatros estados do país.
Amapá e Paraíba receberam 20 equipamentos cada um. Já os estados
de Pernambuco e Ceará foram contemplados com 30 equipamentos cada.
Com as entregas do fim de semana, o Ministério da Saúde já
distribuiu 487 respiradores pulmonares. Os equipamentos são usados
no tratamento de pacientes que apresentam dificuldades respiratórias
e, assim, não conseguem respirar sozinhos – uma das características
dos casos graves de coronavírus.
Ao todo, foram distribuídos,
até o momento, 90 respiradores para o estado do Amazonas, 65 para o
Amapá, 75 para o Ceará, 20 para Paraíba, 10 para Espírito Santo,
80 para o Pará, 50 para Pernambuco, 20 para o Paraná, 60 para Rio
de Janeiro e 17 para Santa Catarina.
Diante do cenário de
escassez internacional devido à alta demanda em todo o mundo por
conta da pandemia, a indústria brasileira vem se movimentando para
atender à necessidade nacional. O Ministério da Saúde já firmou
três contratos com empresas brasileiras para a produção 14.100
respiradores, sendo: 6.500
com a Magnamed; 4.300
com a Intermed e 3.300
com a KTC. O investimento do Ministério da Saúde na aquisição
destes equipamentos chega a R$ 658,5 milhões.
Embora os contratos sejam
com três
empresas brasileiras, mais de 15 instituições estão
envolvidas, o que inclui fabricantes processadores, instituições
financeiras e empresas de alta tecnologia, entre outras.
NOVAS
HABILITAÇÕES E LEITOS VOLANTES
O Ministério da Saúde
iniciou em março deste ano a locação 3 mil leitos de UTI de
instalação rápida, sendo que todos contam, cada um, com um
respirador. Desse total, 340 foram instalados em 11 estados (BA, MS,
MG, PA, PR, PE, RJ, RN, RS, SC, SP) com maior demanda de casos,
segundo curva epidemiológica. Eles são do pacote de leitos
volantes de instalação rápida para preparação da estrutura
necessária a assistência dos pacientes que apresentem gravidade
nos casos da COVID-19.
As UTIs volantes são de
instalação rápida, sem a necessidade de maiores reformas
estruturantes. Bastam apenas ajustes como a adequação elétrica e
tubulação de gases. Cada kit de 10 leitos possui oito
equipamentos, desde ventilador pulmonar microprocessado (respirador)
até desfibrilador/cadioversor com tecnologia bifásica. O prazo
para montagem é de sete a 10 dias.
O Ministério da Saúde
também já habilitou 2.644 leitos de UTI em todo em 91 municípios
de 22 estados do país e Distrito Federal destinados a atender,
exclusivamente, pacientes graves ou críticos de coronavírus. Para
financiar estes leitos, o Ministério da Saúde está investindo R$
382,7 milhões. Cada um destes leitos passa a receber do Ministério
da Saúde R$ 1,6 mil por dia, o dobro do valor normal de uma diária
(R$ 800).
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