|
Retomada consciente foi
anunciada nesta quarta-feira (27) pelo governador do Estado de São
Paulo; região de Ribeirão Preto está classificada na fase dois
Em reunião por
videoconferência com os prefeitos da Região Metropolitana de
Ribeirão Preto, o prefeito Duarte Nogueira explicou o Plano São
Paulo, que prevê a retomada consciente das atividades econômicas,
divulgado pelo governador João Doria nesta quarta-feira (27). De
acordo com os levantamentos do Governo do Estado de São Paulo, os
municípios foram divididos de acordo com as Diretorias Regionais de
Saúde (DRS). A de Ribeirão Preto, a DRS XIII, foi classificada na
fase dois.
“A nossa região encontra-se hoje na zona alaranjada, o que nos
permite reabrir, com restrições, imobiliárias, concessionaras,
escritórios, comércio em geral e shoppings centers. Para isso,
precisaremos seguir dois pré-requisitos, que são a adesão aos
protocolos de testagem e apresentação científica citando fatores
locais relacionados ao município”, explicou o chefe do Executivo.
As normas padronizam níveis de distanciamento social, higiene
pessoal, limpeza e higienização de ambientes, comunicação e
monitoramento das condições de saúde de trabalhadores e estão
disponíveis no site https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/planosp.
Há diretrizes específicas para cada uma das quatro fases do Plano
São Paulo que permitem a retomada gradual e segura da atividade
econômica.
Os documentos disponibilizados pelo Estado deverão ser seguidos
pelas prefeituras para a formulação dos decretos municipais de
flexibilização da quarentena, de acordo com a classificação
prevista no Plano São Paulo para 17 regiões distintas a partir do
dia 1º de junho.
“Caberá a cada município, por decreto, fixar os horários de
funcionamento para cada atividade. Inicialmente, será permitido o
atendimento de apenas 20% da capacidade máxima do estabelecimento
e, de 15 em 15 dias, se o cenário permitir, liberaremos mais 20%.
Com isso, a expectativa é que, até o dia 1º de julho, possamos
chegar à quarta fase do plano”, ressaltou.
O Plano São Paulo é composto por cinco fases, sendo a 1ª de
alerta máximo, com liberação apenas para serviços essenciais. A
fase dois, de controle, é a fase de atenção com eventuais liberações;
enquanto a fase três, de flexibilização, é a fase controlada,
com maior liberação de atividades. A fase 4, de abertura parcial,
é a etapa decrescente, com menores restrições e, por fim, a fase
5, chamada de "normal controlado", é de controle da doença,
liberação de todas as atividades com protocolos.
Uma região só poderá passar a um maior relaxamento após 14 dias
da mudança de fase, mantendo os indicadores de saúde estáveis por
um período completo de incubação. A região também poderá ser
reavaliada para fases mais restritas se não atender aos critérios
mencionados.
Os critérios de cálculo das fases são baseados em indicadores de
taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivos para pacientes com
Covid-19; leitos de UTI exclusivos para pacientes com Covid-19
disponíveis a cada 100 mil habitantes; número de casos; número de
internações e número de óbitos.
Confira as fases
• Fase 1: serviços essenciais.
• Fase 2 (aberto com restrições): atividades
imobiliárias; concessionárias; escritórios; comércio; shopping
center.
• Fase 3 (aberto com restrições): acrescenta
bares, restaurantes e similares, e salão de beleza.
• Fase 4 (aberto com restrições): acrescenta
academias.
• Fase 5 (aberto com restrições): todos os
serviços, a não ser transporte e educação, cujo funcionamento
será definido pelo Governo do Estado
|