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Cidade possui 4.564 casos
notificados, 3.154 descartados, 1.000 casos confirmados e 24 mortes
pela doença
Ribeirão Preto atingiu a
marca dos mil casos confirmados de Covid-19, causada pelo novo
coronavírus, nesta quinta-feira, 28. Em 24 horas, 74 novos casos
foram registrados na cidade.
Ao todo, segundo o boletim
epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde, Ribeirão Preto
possui 24 mortes, 4.564 casos notificados e 3.154 casos descartados.
Das 24 mortes, 11 foram de
homens e 13 de mulheres. Foram duas mortes de pessoas com menos de
49 anos, cinco de pessoas entre 50 e 69 anos, 15 mortes de idosos
entre 70 e 79 anos e duas de pessoas com mais de 90 anos de idade.
Além da idade, pessoas com histórico de doença cardiovascular e
diabetes estão entre as principais vítimas.
Dados do estado
O Estado de São Paulo
registra 6.980 casos de Covid-19 nesta quinta-feira, 28.
São 12,5 mil pacientes em hospitais de SP, sendo 4.701 em UTI e
7.805 em enfermaria. O estado também totaliza 95.865 casos
confirmados ao todo, com pelo menos um caso em 517 cidades. Destas,
257 tiveram no mínimo um óbito.
Entre as vítimas fatais estão
4.091 homens e 2.889 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em
pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 72,8% das mortes.
Observando faixas etárias subdividas a cada dez anos, nota-se que a
mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (1.595 do total), seguida
por 60-69 anos (1.554) e 80-89 (1.294). Também faleceram 445
pessoas com mais de 90 anos. Fora desse grupo de idosos, há também
alta mortalidade entre pessoas de 50 a 59 anos (976 do total),
seguida pelas faixas de 40 a 49 (501), 30 a 39 (261), 20 a 29 (57) e
10 a 19 (18), e 11 com menos de dez anos. Os principais fatores de
risco associados à mortalidade são cardiopatia (58,7% dos óbitos),
diabetes mellitus (43%), doença neurológica (11,2%), doença renal
(10,4%) e pneumopatia (9,4%). Outros fatores identificados são
imunodepressão, obesidade, asma e doenças hematológica e hepática.
Esses fatores de risco foram identificados em 5.636 pessoas que
faleceram por COVID-19 (80,7%).
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