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Estado registra 48.391 casos confirmados de covid-19 com 3.003
mortes pela doença
O Ceará chegou a 48.391 casos confirmados
e 3.003 mortes pelo novo coronavírus. Os dados
foram atualizados hoje, domingo, 31 de maio (31/05), às
14h12min, pela plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do
Ceará (Sesa). Balanço deste domingo aponta ainda que 31.689
pessoas já se recuperaram da doença no Ceará e 53.267 casos
seguem em investigação no Estado.
A plataforma
sinalizou que do total de mortos, 144 registros entraram na contagem
nas últimas 24 horas enquanto apenas duas dessas aconteceram no
mesmo período. Além disso, já chega a 116.221 o número de exames
realizados no Estado.
Fortaleza é o
município com o maior número de confirmações da patologia, com
23.598 casos confirmados. Sobral, município distante 234,8
km da Capital, vem logo depois com 2.148 casos confirmados, seguido
de Caucaia (1.676 casos confirmados) e Maracanaú (1.539 casos
confirmados).
Nesse sábado, 30 o
Ceará chegou a 47.822 casos confirmados e 2.956 mortes, diante
dos 38.395 casos confirmados da doença e 2.859 óbitos na
última sexta, 29. Houve salto nos números porque foram incluídos resultados
de 20.668 exames feitos nos últimos 30 dias, com a testagem em
massa dos municípios cearenses. Já na sexta, antes do incremento,
foram contabilizados em um dia 441 novos casos e 45 óbitos.
Até quinta-feira,
foram registrados 37.821 casos confirmados do novo coronavírus, a
Covid-19, e 2.733 mortes em decorrência da doença.
O governador Camilo
Santana (PT) anunciou transição para reabertura das atividades
econômicas, a partir de segunda-feira, 1º de junho (01/06). O
decreto de isolamento social será prorrogado, mas o isolamento rígido,
o chamado lockdown, será encerrado.
Já está previsto,
de acordo com documento da Associação Brasileira de Bares e
Restaurantes (Abrasel), que as atividades de grande aglomeração
serão retomadas em 20 de julho. Enquanto os serviços de
alimentação fora do lar, como bares e restaurantes, serão
retomados no dia 22 de junho.
Camilo Santana
justificou medida alegando que casos da doença apresentaram
estabilidade e que novo planejamento deve funcionar de forma
diferenciada nas regiões do Estado, levando em consideração os índices
da doença em cada município.
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