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Nas últimas 24 horas, houve um aumento de 16.345 recuperados da
doença e de 1.473 mortes
Resumo:
· 614.941 casos
confirmados, eram 584.016 na quarta (03)
· 34.021 mortes,
eram 32.548 na quarta (03)
· Taxa de
letalidade Nacional é de 5,5%
· 259.963 recuperados (41,5%), na
quarta (03) eram 238.618
· 325.957 em
acompanhamento (53%)
· São Paulo tem 129.200 casos
confirmados com 8.560 óbitos.
· Taxa de
letalidade em São Paulo é de 6,6%
Veja
o detalhamento de casos e óbitos por UF:

O balanço diário
divulgado pelo Ministério da Saúde trouxe 30.925 novas pessoas
infectadas com o novo coronavírus, totalizando 614.941. O resultado
marcou um acréscimo de 5% em relação a ontem (3),
quando o número de pessoas infectadas estava em 584.016.
A
atualização do Ministério da Saúde registrou 1.473 novas
mortes, chegando a 34.021. O resultado representou um aumento de
4,3% em relação a ontem, quando foram contabilizados 32.548
falecimentos por covid-19.
Do
total de casos confirmados, 325.957 estão em acompanhamento e
254.963 foram recuperados. Há ainda 4.159 óbitos sendo analisados.
São
Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o
maior número de falecimentos (8.560). O estado é seguido pelo Rio de
Janeiro (6.327), Ceará (3.813), Pará (3.416) e Pernambuco
(3.134).
Além
disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.183), Maranhão
(1.062), Bahia (790), Espírito Santo (737), Alagoas (531), Paraíba
(438), Rio Grande do Norte (378), Minas Gerais (323), Rio Grande do
Sul (265), Amapá (254), Paraná (215), Piauí (202), Distrito
Federal (196), Rondônia (194), Sergipe (186), Acre
(181), Goiás (164), Santa Catarina (156), Roraima (127), Tocantins
(87), Mato Grosso (82) e Mato Grosso do Sul (20).
Já
em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo
(129.200), Rio de Janeiro (60.932), Ceará (59.795), Pará
(48.049) e Amazonas (46.473). Entre as unidades da federação com
mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (40.629), Pernambuco
(37.507), Bahia (23.463), Espírito Santo (16.894) e Paraíba (17.579).
Curva
acrescente de covid-19 no Brasil
Em
entrevista coletiva no Palácio do Planalto, o secretário
substituto de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, declarou que
os casos no país seguem crescendo.
"Estamos
em um aumento semana após semana. Estimamos uma estabilização nos
próximos meses. Por conta do período sazonal, diminui a transmissão
respiratória no Norte e Nordeste. Não é possível prever quando
será o pico”, pontuou.
Ele
voltou a destacar, como em entrevistas anteriores, que há um
desenvolvimento desigual da pandemia no país. Há mais intensidade
nas regiões Norte e Nordeste e menos no Sul, Centro-Oeste e
Sudeste, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro.
Perguntado
sobre a flexibilização das medidas de distanciamento e reabertura
de comércio por diversos governos estaduais e prefeituras, Macário
avaliou que as decisões “têm que ser adequadas e proporcionais
ao risco”.
Um
dos dados apresentados na entrevista de hoje pelos
gestores do ministério foi o indicador chamado número de
reprodução, que mede o ritmo de contágio (quantas pessoas são
infectadas por um paciente contaminado). De acordo com o Ministério
da Saúde, os estados com índices mais altos são o Acre (1,6
pessoas infectadas para cada paciente com covid-19); Goiás
(1,6); Bahia (1,7) e Ceará (2,4). Todas as outras unidades
federativas possuem números de reprodução que variam de 1,1
a 1,5.
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