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Limpeza
utilizando jateamento de gelo seco auxilia na descontaminação de
espaços e equipamentos

A
limpeza e desinfecção nas operações de processamento de
alimentos andam de mãos dadas, pois uma superfície visivelmente
limpa pode não estar isenta de microrganismos, em particular
aqueles microrganismos que podem causar intoxicação alimentar.
Microrganismos como Salmonella, Listeria e E. coli são bem
conhecidos do público como causas de intoxicação alimentar e doenças
transmitidas por alimentos, devido ao consumo de alimentos
contaminados com esses microrganismos, que podem variar de diarreias
a graves riscos à saúde dos indivíduos, com a possibilidade de
doenças a longo prazo, ou mesmo a morte. Assim, além de obter
superfícies visivelmente limpas, as operações de processamento de
alimentos e sua cadeia, como embalagens e transporte, devem
higienizar (ou seja, desinfetar) essas superfícies e equipamentos
que entram em contato com os alimentos e suas embalagens.
Segundo a agência
federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados
Unidos, FDA, os microrganismos como Salmonella e Listeria
representam mais de 44% das causas de recolhimento de alimentos por
contaminação nos Estados Unidos. Esses dados estão alinhados com
as principais causas de contaminação alimentícia no Brasil.
A pandemia do novo
coronavírus vem se somar a esses conhecidos agentes de contaminação,
reforçando a necessidade de aplicação de regras de higiene mais rígidas
e que ultrapassam as barreiras dos lares e dos estabelecimentos
comerciais para atingir também as indústrias brasileiras. Entre as
recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) em relação
a segurança no ambiente de trabalho é de reforçar a limpeza de
locais que ficam expostos ao toque da mão, como máquinas e
ferramentas, além de possibilitar a desinfecção das estações de
trabalho após cada turno e também do próprio processo produtivo.
Em função do
distanciamento social, as equipes tiveram que ser reduzidas para
evitar aglomeração de colaboradores e, com isso, muitas empresas
estão encontrando dificuldades para manter sua produtividade, já
que as máquinas precisam ser paralisadas por um longo período para
a realização da limpeza, normalmente com grande demanda de mão
de obra.
A saída encontrada nesse
momento, especialmente por indústrias dos setores de saúde, de
alimentos, bebidas e embalagens, é a descontaminação e limpeza
utilizando o jateamento com gelo seco. Esta solução reduz de forma
significativa o tempo morto das empresas, além de proporcionar a
descontaminação dos espaços e dos equipamentos colaborando no
combate à COVID-19, além de outras bactérias, como a Salmonela,
E. Coli e Listeria
A tecnologia apresenta
ainda outras vantagens importantes se comparada com outros sistemas
tradicionais, pois a limpeza dos ferramentais e maquinários pode
ser feita no próprio local, sem a necessidade de desmontagem, o que
reduz significativamente o tempo de produção e, consequentemente,
o incremento da produção.
"O gelo seco
utilizado no jateamento sublima imediatamente, ou seja, acontece a
transformação do sólido para gasoso sem passar pelo estado líquido.
Dessa forma, não são gerados resíduos secundários, além da redução
do tempo de limpeza, pois não há necessidade de resfriamento ou
desmontagem dos equipamentos", pontuou Everton Nunes, Diretor
de Engenharia da JetCO2, empresa representante exclusiva da COLD
JET no Brasil, marca líder global na tecnologia produção
de gelo seco e limpeza através do jateamento com gelo seco.
Pandemia
Em função da pandemia,
empresas de setores essenciais estão buscando cada vez mais por
esta tecnologia para descontaminação e conservação de produtos e
amostras biológicas, utilizando o gelo seco. "Diante desse
momento desafiador que estamos vivendo, disponibilizamos uma
tecnologia com soluções diferenciadas para ajudar a reduzir tempo
morto, aumentar a produção e fazer a descontaminação das superfícies,",
destacou.
Um dos exemplos é o
setor de saúde e alimentício, entre outros. Indústrias de
produtos médicos e da cadeia de alimentos, estão alterando seus
sistemas de limpeza para ganhar produtividade e assim atender a
demanda crescente.
"Eles agora podem
limpar no local, onde antes era necessária uma área específica
para limpeza, sem nenhuma interferência com o processo produtivo,
inclusive, em muitos casos, com a planta em produção, reduzindo
assim os tempos de máquinas inativas, ganhando em produtividade, e
o mais importante nesses tempos de necessidade de restrições de
contato pessoal e de cuidados com a contaminação, que é a redução
significativa de pessoal envolvido em processos de limpeza e a
garantia de uma limpeza e descontaminação mais eficiente. Em
alguns casos, uma única pessoa envolvida na limpeza pode substituir
até 10 pessoas utilizadas nos métodos tradicionais de limpeza
manual", acrescentou Everton Nunes.
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