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Nesta sexta, será atualizada a quarentena e a região pode sair da
fase vermelha; Região de Franca causa preocupação
O
secretário de Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo,
Marco Vinholi, voltou a afirma, nesta quinta-feira (25), que a região
de Ribeirão Preto melhorou em relação ao controle da covid-19. Na
último sexta-feira (19), o secretário já tinha elogiado a região.
No
entanto, Vinholi não adiantou se Ribeirão Preto e região (26
cidades) vão deixar a quarentena vermelha. A atualização da sequência
da quarentena em todas as regiões do Estado será divulga nesta
sexta-feira (26), em coletiva no Palácio dos Bandeirantes.
"A regiões, de modo geral, que foram para o vermelho e tiveram
o cumprimento do Plano São Paulo desde o primeiro momento, já
tiveram uma melhora consistente, como é o caso de Ribeirão
Preto", disse Vinholi.
"Não posso cravar aqui se vai avançar (para a fase laranja),
mas a gente viu a melhora (na região de Ribeirão Preto) ao longo
desses dias. Foi nítido", seguiu o secretário.
Ribeirão e região foram colocadas na quarentena vermelha, a mais rígida,
no dia 15 de junho, após a covid-19 avançar. Caso ocorra o avanço
para a quarentena laranja, a partir da segunda-feira (29), o comércio
de rua e os shoppings voltam a abrir.
Preocupa
Se a região Ribeirão Preto evoluiu, a região de Franca, que está
na quarentena laranja, causa preocupação ao governo paulista.
"A gente tem uma preocupação maior com a região de Franca.
De acordo com os dados, até 24 de junho, a gente teve um
crescimento de internações de 15% (em relação à semana
anterior)", disse Patrícia Ellen, secretária estadual de
Desenvolvimento Econômico.

Cores e fases
Para determinar o que pode funcionar na quarentena imposta para
conter o novo coronavírus, o Estado criou o Plano São Paulo, um
sistema de critérios e cores: fase 1 (vermelha), fase 2 (laranja),
fase 3 (amarela), fase 4 (verde) e fase 5 (azul).
Atualmente, das 22 regiões e sub-regiões paulistas, cinco estão
no vermelho (Ribeirão Preto, Barretos, Presidente Prudente, Marília
e Registro) e o restante no laranja.
Já os critérios para a escolha das fases são: ocupação de
leitos, internações, mortes, leitos para cada 100 mil habitantes e
número de casos.

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