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Élcio Franco informou que governo não realizará compra do
medicamento
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O secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco,
realizou pronunciamento para prestar esclarecimentos
sobre a carta de intenções para aquisição da
vacina CoronaVac |
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O
Ministério da Saúde atualizou hoje (21) as informações sobre a
vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan.
O secretário executivo da pasta, Elcio Franco, realizou
pronunciamento, transmitido pela TV Brasil, para prestar
esclarecimentos sobre a carta de intenções para aquisição da
vacina do Butantan-Sinovac/Covid-19.
"Qualquer
vacina, quando estiver disponível, certificada pela Anvisa, e
adquirida pelo Ministério da Saúde, poderá ser oferecida aos
brasileiros por meio do Programa Nacional de Imunizações, e no que
depender desta pasta, não será obrigatória", informou o
secretário executivo.
Segundo
o secretário, não houve qualquer compromisso com o governo do
estado de São Paulo no sentido de aquisição de vacina contra a
covid-19. “Tratou-se de um protocolo de intenção entre o Ministério
da Saúde e o Instituto Butantan, sem caráter vinculante, por
se tratar de um grande parceiro do Ministério da Saúde na produção
de vacinas para o Programa Nacional de Imunizações [PNI].
Franco
esclareceu que é “mais uma iniciativa para tentar proporcionar
vacina segura e eficaz para a nossa população, neste caso como uma
vacina brasileira” e se estiver disponível antes da vacina da
AztraZeneca/Oxford ou da Covax. “Não há intenção de compra de
vacinas chinesas”, ressaltou.
O
secretário reforçou que qualquer vacina depende de análise técnica
e aprovação da Anvisa, pela Câmara de Regulação do Mercado de
Medicamentos (CMED) e pela Comissão Nacional de Incorporação de
Tecnologias (Conitec) do Sistema Único de Saúde (SUS). Franco
reafirmou que quando qualquer vacina estiver disponível,
certificada pela Anvisa e adquirida pelo Ministério da Saúde, ela
será oferecida aos brasileiros por meio do PNI e, “no que
depender desta pasta, não será obrigatória”.
CoronaVac
O
presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (21) que o governo federal não
comprará a vacina CoronaVac. De acordo com ele, antes de ser
disponibilizada para a população, a vacina deverá ser
“comprovada cientificamente” pelo Ministério da Saúde e
certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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