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Combinação
de remédios é produzida pela Eli Lilly do Brasil
A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu,
nesta terça-feira (30), mais um pedido de uso
emergencial de medicamento para tratar a covid-19. Desta vez,
foi da combinação dos medicamentos biológicos banlanivimabe
e etesevimabe, da empresa Eli Lilly do Brasil Ltda. Segundo a
Agência, as primeiras 24 horas serão utilizadas para fazer uma
triagem do processo e verificar se os documentos necessários estão
disponíveis. Se faltarem informações importantes, elas serão
solicitadas ao laboratório.
Oficialmente,
a avaliação da autorização para o uso emergencial e temporário
de medicamento contra a covid-19 é feita no prazo de até 30 dias, mas
nos casos em que a documentação está completa, a Anvisa tem
deliberado em até sete dias úteis. A análise não considera o
tempo do processo em status de exigência técnica, que é
quando o laboratório precisa responder a questões técnicas feitas
pela agência dentro do processo.
Análise
“Para
fazer a avaliação, a Anvisa utilizará o relatório técnico
emitido pela autoridade regulatória americana (Food and Drug
Administration - FDA), os dados apresentados no processo e as
informações apresentadas na reunião de pré-submissão realizada
com a Anvisa em 15/3/2021”, detalhou a agência. A análise
do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe
multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de registro,
monitoramento e inspeção.
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