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Mesmo com a produção do Instituto Butantan paralisada, a marca foi
atingida nesta terça-feira (18), informa ministério
O Brasil atingiu hoje (18) a marca de 90 milhões de doses de
vacinas contra a covid-19 distribuídas no país, informou o Ministério
da Saúde em mensagem no Twitter.
Segundo
a pasta, no período entre a última quinta-feira (13) e esta
quarta-feira (19), o total é de 13 milhões de doses de vacinas
distribuídas aos estados e municípios. Destas doses, 8,3 milhões
são da AstraZeneca; 4 milhões, da CoronaVac e 647 mil,da Pfizer.
De
posse das vacinas, os estados são os responsáveis pela divisão e
entrega dos lotes aos municípios.De acordo com o Ministério da Saúde,
já foram enviadas doses para vacinação de 15 dos 28 grupos
prioritários estabelecidos pelo Plano Nacional de Operacionalização
da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Até agora, mais de 53,6
milhões de doses foram aplicadas.
Produção
A
produção de imunizantes contra a covid-19 no país, contudo, tem
sofrido com a falta de ingrediente farmacêutico ativo (IFA).
Ontem
(17), o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação
Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) informou que deve receber no
próximo sábado (22) uma nova remessa de IFA para a produção
de vacinas contra a covid-19.
Os
carregamentos do insumo são importados da China, onde são
produzidos pela Wuxi Biologics. Após a próxima entrega, está
prevista para o dia 29 deste mês a chegada de mais uma remessa.
Com
o desembarque dos dois carregamentos de IFA no Brasil, a Fiocruz
afirma que estará garantida a entrega de vacinas ao Programa
Nacional de Imunizações nas três primeiras semanas de junho.
Já
o Instituto Butantan informou que um carregamento de matéria-prima
para a CoronaVac chegará ao Brasil no próximo dia 26 de maio.
A
produção de vacinas contra a covid-19 no Butantan está
paralisada desde a última sexta-feira (14) por falta de
insumos. Segundo o instituto, está prevista a chegada de um lote
com 4 mil litros de IFA, suficientes para a produção de 7 milhões
de doses da vacina contra covid-19.
De
acordo com a instituição, a falta de matéria-prima ocorreu por
problemas burocráticos, provocados por declarações de membros do
governo brasileiro sobre a China.
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