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Portal Movimento das Artes |
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Rosa Maria Silvestre Santos (Estamos refletindo sobre Eva Pierrakos, segundo a bibliografia abaixo, desde o artigo 97) Até agora, aprendemos a observar-nos mais cuidadosamente; reconhecer a criança irracional e infeliz que vive dentro de nós; perceber as máscaras do nosso Eu Idealizado e os enganos que adotamos para ficar de bem com a vida. Jung já dizia que “o indivíduo que quer ter uma resposta para o problema do mal, tal como ele se apresenta hoje em dia, precisa, acima de tudo, de autoconhecimento; quer dizer, do conhecimento mais absoluto possível da sua própria totalidade. Ele deve conhecer profundamente quanto bem ele pode fazer e de que crimes é capaz, e deve ficar alerta para não considerar uma coisa como real e a outra como ilusão. Ambas são elementos dentro da sua natureza e ambas devem vir à luz nele, caso queira – como deveria – viver sem se enganar ou iludir.” Olhar para o próprio interior e encarar o próprio mal não é trabalho para todas as pessoas, porque nem todas o conseguem, algumas nem querem começar, outras desistem, mas a recompensa é animadora, dizem os que já percorreram o caminho. Diz o guia “Existe um estado no qual você vive sem confusões dolorosas e torturantes, no qual você pode atuar num nível de flexibilidade interior, de contentamento e segurança; no qual você tem a capacidade de encarar a vida como ela é, sem medo, e portanto é capaz de descobrir que a vida, mesmo com os seus problemas, é um desafio prazeroso.” Colaboração de Maria Imaculada O. F. Alexandrino
Bibliografia |
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| Publicado no Portal Movimento das Artes - 28/09/07 |